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Combustíveis: Galp acusada de pressionar preços na Guiné-Bissau
As distribuidoras de combustíveis, que encerraram unilateralmente no último domingo, são acusadas de pressionar o mercado, para que os preços subam. As filas na Galp, a única a garantir gasóleo, são intermináveis.
Às 13:30 (hora local), os dois postos de abastecimento da Galp no centro de Bissau estavam parados. Os funcionários dizem que é por falta de gasóleo.
Desde domingo que as filas de veículos nas bombas persistem em não diminuir, enquanto o mercado paralelo prospera, com o litro de gasóleo a ser vendido a 1,90 euros.
O preço na Galp é actualmente de 569 francos cfa (0,86 euros), cerca de 0,56 cêntimos mais barato que em Portugal, onde o preço ronda os 1,42 euros, informa a Lusa.
PJ visita Galp
O governo guineense acusa as distribuidoras de combustíveis, que encerraram unilateralmente domingo à tarde, de estarem a pressionar o executivo para aumentar o preço.
As bombas da Galp foram visitadas pela Polícia Judiciária na segunda-feira, tendo reaberto na terça-feira à tarde. As restantes distribuidoras, como a francesa Total, continuam encerradas por falta de gasóleo.
O gasóleo é o motor de funcionamento da Guiné-Bissau, com a distribuição de água, luz e telecomunicações dependente daquele combustível.
JC, Sexta, 13 de Junho de 2008 às 16:28
Foto: Lusa
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